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HISTÓRIA

Passado, tradição e respeito são ingredientes indispensáveis quando se busca produzir uma bebida que resgata a história de uma família. Foi com esta determinação, que Renato Coutinho mergulhou no sonho do seu avô Antonio e de seu tio Benedito, que em 1933, adquiriram o Engenho Caraçuípe. Já naquela época, os dois irmãos sempre mantiveram um rico diálogo sobre vida e trabalho, e conseguiram realizar uma sequência de experiências bem sucedidas em empreendimentos açucareiros. Nesse percurso, buscaram com êxito, soluções para a melhoria da terra, da cana e dos seus derivados: o mel e a cachaça destilada em seus alambiques.

Naquele momento, o Engenho Caraçuípe representava sua referência inicial, tanto de realização da pesquisa de campo, como de laços afetivos com a terra conquistada. Num dado momento, em meados do século passado, os Coutinho deram um passo importante: Antonio comprou a parte do irmão, tornando-se o único proprietário de Caraçuípe, e Benedito adquiriu o Engenho Gravatá (Água Preta/ Pernambuco), próspero no fabrico do açúcar, possuindo quatro alambiques com cachaça de primeira qualidade e mercado garantido. Naquele momento, o Engenho Gravatá era o maior fornecedor de cana para a indústria de cachaça Pitu, situada em Pernambuco.

Mais adiante, visando maior crescimento, os irmãos empreendedores voltaram a unir-se para uma nova realização importante. Atravessaram a divisa dos estados para comprar, em Alagoas, a Usina Cansanção de Sinimbu, uma das mais antigas e tradicionais do Estado, situada no município de Jequiá da Praia. Antonio e Benedito Coutinho estavam novamente juntos, trabalhando unidos, entusiasmados com um novo empreendimento bem maior, e, cada um com seu talento e à sua maneira, assumiu o sonho de fazer a Sinimbu crescer. 

ORIGEM DO NOME

CARAÇUÍPE – O Alambique renasce

O exemplo do patriarca Antônio Coutinho permanece vivo nas gerações seguintes, que continuam a tradição do trabalho ligado à terra e ao empreendimento industrial maior, a Usina Sinimbu. Um dos exemplo dessa nova geração é Renato Coutinho, neto do Comendador Antônio Coutinho, que retoma a produção do Engenho Caraçuípe com o firme propósito de produzir uma cachaça de altíssimo padrão de qualidade e reconhecimento internacional.

Renato Coutinho apoiado por sua esposa, Cristiane Dantas Coutinho, percorre um caminho de volta e vai buscar nas referências históricas da sua vida, o suporte das raízes familiares e tradicionais para erguer um alambique moderno concebido e construído com todo o esmero de acordo com as melhores características técnicas artesanais antigas, para produzir cachaça destilada em alambique de cobre, trazendo para este segmento todo histórico e experiência de uma família abnegada à produção de cana-de-açúcar e seus derivados e colocando Alagoas entre os melhores produtores de cachaça de alambique do país

É neste empreendimento feito com o esmero e a experiência de anos a fio dedicados ao cultivo da cana, que nasce um produto de identidade única, buquê e sabor aprimorados pelo envelhecimento em barris de carvalho, e que premia o olfato e o paladar dos apreciadores da mais genuína bebida brasileira.

A Caraçuípe é uma homenagem à memória do seu avô, já que traz o nome do antigo engenho que seu ele guardara nas lembranças como o ponto de partida de sua vida no cultivo da cana-de-açúcar. Renato cresceu ouvindo referências ao Engenho Caraçuípe, como o orgulho da família, a realização de um sonho, uma marca simbólica da força realizadora do Comendador Antonio Coutinho, que soube crescer, deixando para a família o exemplo de união fraternal, respeito à tradição, obstinação ao trabalho e à produção de cana nos tabuleiros costeiros Alagoanos.

Contatos:

Cachaça Caraçuípe

Site: http://www.caracuipe.com.br/ 

Facebook: http://www.facebook.com/cachacacaracuipe 

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Telefone: +55 (82) 3275-9120

 

Instituto Brasileiro da Cachaça